“Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.” (Cora Coralina)

18 de dezembro de 2012

A Terceira Inteligência


Veja a importância da Inteligência Espiritual em nossas vidas. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para nós, e não apenas como as coisas afetam a nossa emoção e como reagimos a isso.
Ou seja, temos que deixar de lado as emoções do que nos acontece, perguntar qual o significado e por que isso está acontecendo e a maneira como estamos reagindo a tudo isso.

Em vias de uma mudança de consciência planetária, vale a pena ler a entrevista abaixo.

“ No início do século 20, o QI era a medida definitiva (??!!) da inteligência humana, a inteligência intelectual. Só em meados da década de 90, a "descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções e os sentimentos."
A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma Nova Era no mundo dos negócios, na política, indústria, enfim em todas as atividades humanas. ”
(Drª Dana Zohar – Oxford)

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, tornando-as mais criativas e se manifestando em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.
    
Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas, só há pouco divulgado, de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.
O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.

Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura (sociedade) espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".

Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.
É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Editora Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.

Ela falou à Revista EXAME em Porto Alegre durante o 300º Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suécia, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.

Eis os principais trechos da entrevista:
P: O que é inteligência espiritual?
R: É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos.
É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

P: De que modo essas pesquisas confirmam suas ideias sobre a terceira inteligência?
R: Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lóbulos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual.  Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional.
Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.

P: Qual a diferença entre QE e QS?
R: É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação.
Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma.
O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade Caso contrário não haveria humanidade. O Espírito é causa primordial de todos os efeitos materiais e da humanidade.

Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes.
Segundo ela, essas pessoas:
1.       Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo;
2.       São conduzidas e levadas por valores. São idealistas;
3.       Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade;
4.       São holísticas;
5.       Celebram a diversidade;
6.       Têm independência;
7.       Perguntam sempre "por quê?";
8.       Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo;
9.       Têm espontaneidade;
10.   Têm compaixão.

Autoestima - O papel da criança boazinha


De vez em quando, ao atender algum cliente, vem a tona o padrão emocional da criança boazinha. Vou descrever como esse padrão é formado, porque ele é formado, e as conseqüências que ele trás.
Conforme já expliquei em outros artigos, a criança tem uma profunda necessidade de reconhecimento e aprovação dos pais, para sentir que ela existe, que tem importância. É a partir desse reconhecimento que vem dos pais que a criança vai amadurecendo e aprendendo a se reconhecer e se amar, até que se torna um adulto saudável e independente emocionalmente. Isso, é claro, só acontece quando seus pais são pessoas emocionalmente saudáveis que souberam como suprir essa carência da criança.

A avidez que a criança tem por reconhecimento é enorme, e ela vai desenvolver estratégias para obtê-lo, conforme a reação dos adultos. Uma das maneiras de obter essa aprovação que ela tanto busca, é através do papel da boazinha.
"Que criança educada!”; "Que criança obediente, faz tudo que a gente pede!"; "Como ela não dá trabalho, não reclama de nada!"; "Como ela é meiga e doce!". E assim, para obter esse tipo de aprovação, algumas crianças começam a passar por cima dos seus verdadeiros desejos e opiniões para se encaixar com as expectativas dos pais.

Elogios e reconhecimento são muito bem vindos na educação das crianças para que elas possam fortalecer a sua autoestima. Entretanto, quando os pais têm uma baixa autoestima, eles podem usar o elogio e a aprovação como um meio de manipular o comportamento da criança, e não como uma forma de demonstrar amor verdadeiro e incondicional. Ainda mais quando são pais que tem padrões emocionais de querer controlar a vida e os gostos dos filhos.

Nesse tipo de família, a criança desde pequena não tem permissão de ter sua própria vontade e opinião, a não ser que essa vontade e opinião coincidam com as dos pais. Quando há essa coincidência, ela recebe o reconhecimento e atenção. Porém, quando demonstra querer algo diferente ou pensar de forma divergente dos pais, logo é punida e criticada. A criança se sente culpada, parece que ter sua própria vontade é algo errado, e aprende a ir deixando de lado seus verdadeiros pensamentos e sentimentos para se moldar ao desejo dos adultos.

Vou dar um exemplo. Certo dia, a criança prefere ficar em casa a fazer um determinado programa em família, ou prefere se divertir com seus amigos. Alguns pais ficam ressentidos com o filho quando ele tem esse tipo de desejo, chegando a criticar, brigar e até obrigar a criança a fazer o que eles querem. Essa criança começa a internalizar que não é certo ter sua vontade própria, que é melhor que ela seja "boazinha" para não causar tristeza, sofrimento ou raiva nos seus pais. Ela passa a sentir responsável pela forma que os pais se sentem.

No caso de pais emocionalmente equilibrados, eles ficam felizes em ver que o filho está começando a trilhar seu próprio caminho e a fazer suas escolhas. São pais que vão conversar com a criança, ouvindo-as com sinceridade, preocupando-se com o que elas realmente estão sentindo e darão a ela a opção de escolher em muitas ocasiões que programa fazer. Ficarão verdadeiramente felizes em ver a felicidade dos filhos, mesmo que eles queiram seguir um caminho diferente daquele idealizado pelos pais. Não haverá qualquer punição em forma de críticas ou falta de reconhecimento pelo fato da criança ter uma vontade diferente.
Assim a criança cresce livre e não precisa assumir o papel da boazinha para ganhar reconhecimento e aprovação. Ela sente que é amada independente das escolhas que faz. Cresce então com mais confiança em si mesma e torna-se um adulto com boa autoestima.

Ao passar por cima dos seus próprios desejos e atender aos pais, a criança tem um ganho imediato que é o reconhecimento e aprovação. Pensa que assim está recebendo amor. Entretanto, a cada vez que ela deixa de seguir seu próprio caminho, vai guardando sentimentos de frustração e insatisfação. Inconscientemente vai ficando ressentida consigo mesma e também com seus pais. É comum também se sentir sufocada e presa.

Algumas famílias não têm um padrão intenso de controle e manipulação, mas mesmo assim, sutilmente influenciam e manipulam a escolha dos filhos. São pais que não vão criticar ou brigar, ou obrigar a criança a fazer determinadas coisas quando elas não querem, mas podem tratá-la com indiferença. Ao passo que, quando esse filho toma a decisão que os pais acham ser a correta, ganha algum tipo de reconhecimento. A criança é também extremamente sensível a indiferença e por isso em boa parte das vezes será levada agir da forma que seus pais desejam, passando por cima de seus próprios sentimentos.

Um exemplo comum que vejo de manipulação dos pais é na influência da escolha da profissão dos filhos. Se o filho escolhe a carreira dos sonhos dos pais, é premiado com elogios, presentes e com o orgulho. Mas quando escolhe seguir outro caminho, esse filho é criticado, não lhe dão apoio ou é tratado com indiferença.

Em um atendimento recente a uma cliente, ela relatou que adotou o padrão da boazinha quando era muito pequena após a morte do pai, para ser reconhecida e aprovada por sua mãe. Tornou-se uma adulta insegura e que se sentia sufocada pela mãe, pois se sentia na obrigação de fazer o que ela queria. Como forma de fugir dessa prisão emocional, acabou se mudando para outro estado. Assim ela se sentia mais livre. Quando ia visitar a mãe, se sentia cobrada. Algumas coisas que pareciam bobagem para quem está de fora, a incomodavam muito. Por exemplo, ela se sentia na obrigação de almoçar com a família todos os dias. Caso quisesse fazer algum programa diferente com amigos, a mãe se queixava e ela se sentia culpada. Por conta desse jogo, acabava evitando ao máximo voltar a sua cidade de origem.

A criança que cresce com o padrão da boazinha desenvolve uma necessidade de reconhecimento e atenção que baixam sua autoestima, carregando essas dificuldades pela vida adulta. Conforme já expliquei anteriormente, esse adulto guardará dentro de si mágoas, frustrações e ressentimentos contra si mesmo, por não ter seguido seu caminho. Além disso, sentirá raiva das pessoas pelas quais se sentiu manipulado, gerando afastamento, brigas e problemas de relacionamento.

Cabe aos pais cuidar da sua própria autoestima para que possam deixar que seus filhos cresçam de forma independente. E, para o adulto que cresceu nessas circunstâncias negativas, cabe agora a ele buscar ajuda para melhorar a sua autoestima. De nada adianta culpar seus pais. Ficar preso nas mágoas e ressentimentos dos pais é uma forma infantil de puni-los e de não assumir  a responsabilidade pelo próprio crescimento e felicidade, o que é bastante comum em casos de autoestima baixa. É também uma maneira inconsciente de perpetuar o próprio sofrimento.

(André Lima - www.eftbr.com.br)

2 de dezembro de 2012

Uma nova consciência


Enquanto continuamos a abrir os nossos corações, mentes e almas ao processo de vida consciente, estamos começando a sentir as inúmeras mudanças e transformações de uma nova forma. Parece que quanto mais entramos no fluxo e refluxo da mudança e fazemos a escolha de despertarmos, mais nos conscientizamos das energias sutis e dos insights que estão fluindo na consciência. Esta consciência permite que cada um de nós deixe ir a resistência e avance mais naturalmente com o ritmo rápido da mudança.
Estamos sendo desafiados em muitos níveis para deixarmos ir, enfrentarmos os nossos medos, curarmo-nos e nos tornarmos íntegros, e embora isto possa nos manter trancados a ciclos e padrões de dúvida e de angústia, ao mesmo tempo estamos acessando um novo nível de percepção que ultrapassa a angústia e nos mantêm plenamente despertos e conectados.
Como resultado, está se tornando mais fácil superarmos o medo e aceitarmos a Verdade e o Amor, pois estes se encontram no centro de tudo.
A Verdade é uma coisa engraçada, pois não pode haver “certo” ou “errado”, pois isto é pessoal, para todos e cada um de nós. Quer estejamos ou não de acordo com a “Verdade” do outro, é uma questão  completamente diferente, mas hoje isto não é o foco destas palavras.
Todos nós somos seres únicos e vibramos em níveis e freqüências diferentes. Naturalmente, temos atributos comuns do ser humano, mas não somos iguais, pois embora formemos o todo em conjunto, cada um de nós tem um papel único a desempenhar no vasto panorama do Universo. No entanto, muitos se apegam às “Verdades” dos outros, como indicadores ou sinais no caminho da vida, e embora não haja dúvida de que podemos receber jóias de sabedoria e parcelas de conhecimento das experiências de outros, ao mesmo tempo, devemos estar preparados para nos abrirmos e encontrarmos a nossa própria Verdade, pois é isto que acabará por nos guiar adiante na vida, e além.
O amor é muitas vezes incompreendido, mas é uma poderosa força Universal, que a tudo define e molda. De certa forma, o Amor supera a Verdade, pois sem Amor, como podemos compreender ou aceitar a Verdade?
O amor é mais do que as palavras. É um modo de ser e de viver. O amor abre os nossos corações, mente e almas para sermos humanos, espiritualizados e Íntegros, pois é a energia que nos conecta e nos une. O Amor é a força que nos inspira e nos fortalece. Naturalmente, tal força pode levar à discórdia e à raiva, pois muitos se perdem em jogos de poder e negação, mas, no final do dia, o Amor é a inspiração para nos trazer de volta para nós mesmos, ao Divino e à Integridade.
Assim, enquanto continuamos a navegar nas ondas da mudança, estamos nos aproximando cada vez mais da Verdade e do Amor, e isto parece emocionante, inspirador, mas um pouco irritante, ao mesmo tempo. Estamos agora sendo desafiados a nos interiorizarmos profundamente para enfrentarmos os nossos “demônios” e deixarmos ir o medo. O medo chega de todas as formas e tamanhos, e se deixado sem solução ou não sendo reconhecido, ele pode envenenar o espírito e se tornar tóxico. Esta toxicidade pode levar a um tipo de paralisia energética que nos liga ao medo e nos mantém congelados e imóveis, incapazes de avançar e com medo da vida.
Sabemos, intuitivamente, que precisamos enfrentar estes medos para nos curarmos e nos tornarmos íntegros, mas quando o medo tem esta influência poderosa sobre nós, pode ser difícil encontrarmos o caminho para a liberdade. Quanto mais olhamos e lutamos, mais confusos ficamos. Parece que precisamos agora deixar de repelir o medo como algum poder “tenebroso”, ou indesejável, e em vez disto trazê-lo novamente aos nossos corações com amor.
O medo é semelhante a nossa criança ou eu interior, encolhido em um canto, com medo de enfrentar um ou muitos aspectos da vida. Ao usarmos esta imagem, podemos ver que a maneira de superarmos isto é nos interiorzarmos gentilmente e segurarmos a mão de nossa criança interior, abraçá-la e inundá-la com amor. Lutar ou conquistar o medo não o fará ir embora, mas amar a força por trás do medo pode mudar a sua forma e, com o tempo, o medo desaparece.
Muitos passam as suas vidas em uma consciência do medo e, eventualmente, ele se torna a força que nos define. Nós o rechaçamos, tentando desesperadamente encontrar a felicidade, mas é o ato de repeli-lo, que nos leva para mais longe ainda do que buscamos. Não é fácil aceitar ou amar o medo, mas a única maneira de superá-lo é reconhecê-lo e libertá-lo.
Quanto mais o combatemos, maior ele se torna, e como o monstro no armário proverbial, perdemo-nos na batalha e a visão da grande cena. Colocamos o monstro no armário e temos a escolha de libertá-lo, mas ao fazermos isto com amor, permite-nos a (re)conexão com o nosso poder e a nossa Verdade.
Assim, continuamos a compreender o conceito de vivermos conscientemente.
Parece claro que precisamos romper estes ciclos e padrões de uma vez por todas, pois vivermos livremente é o caminho para vivermos conscientemente...

(Uma mensagem de Sarah-Jane Grace)

26 de novembro de 2012

O sentimento de não ser bom o suficiente


Vou falar sobre o caso de uma cliente com problemas em seus relacionamentos que foram gerados a partir de pontos fracos em sua auto-estima. Ela sentia que não era "boa o suficiente". Vou detalhar mais sobre como esse sentimento é criado dentro de nós. 

No caso da cliente em questão, vamos chamá-la de Adriana (nome fictício). Esse sentimento foi gerado a partir da relação com a mãe na infância, que nunca ficava satisfeita com nada que a filha fazia. Sempre que Adriana executava alguma tarefa em casa, fosse limpar, arrumar ou cozinhar, sua mãe a criticava dizendo que não estava bem feito e que ela não sabia fazer nada direito, e refazia a tarefa. Por mais que tentasse o seu melhor, a reação da mãe era sempre negativa. Nunca recebia elogios e incentivos.

Com isso Adriana foi desenvolvendo problemas em sua auto-estima, dificuldades de confiar em si mesma e nos outros, e uma sensação de não ser boa o suficiente. Quando internalizamos esses sentimentos na infância e eles não são curados, vamos projetar essa insegurança ao longo da adolescência e vida adulta trazendo problemas nos relacionamentos, vida pessoal e profissional. Foi o que ocorreu com Adriana.

A sensação de não ser bom o suficiente normalmente surgirá na infância. A criança tem necessidade de receber amor, aprovação através de incentivo e elogios para desenvolver sua auto-estima e amor próprio. Entretanto, na maioria das relações entre pais e filhos o incentivo e elogio são escassos. E para piorar o quadro, há bastante crítica, de forma direta ou indireta que leva a criança a baixar sua auto-estima.

Vou listar alguns tipos de situação que costumam gerar problemas no desenvolvimento emocional dos filhos:

Cobrança excessivas - Pais muito cobradores dificilmente demonstram satisfação. Freqüentemente demonstram estar decepcionados, irritados, frustrados com o que ele consideram falhas e erros dos filhos. Os filhos tentam agradar muitas vezes, mas raramente conseguem. O que os pais desejam com a as cobranças é incentivar o filho a melhorar. A intenção é boa. Mas, a mensagem que os pais passam, inconscientemente, é: você não é bom o suficiente. A criança se sente culpada e responsável pela eterna insatisfação dos pais.

Comparações negativas - Isso ocorre quando dizem para a criança coisas do tipo: "você deveria ser igual ao seu irmão que é estudioso, educado, obediente...". O objetivo dos pais é incentivar, mas a mensagem que a criança recebe é: "meu irmão é melhor do que eu. Tento e não consigo ser igual; não sou bom o suficiente; para ser amado e reconhecido pelos meus pais. Tenho que ser igual ao meu irmão".

Elogios às pessoas de fora: Em algumas famílias, existe o hábito de encontrar qualidades nas pessoas de fora, nos filhos dos outros, e falar diante das crianças em casa. É uma comparação negativa velada. Assim, os pais tentam incentivar os filhos a melhorar e ser igual a outras crianças que consideram como exemplos. Mas o que esse hábito, aliado ainda a falta de elogio e incentivo em casa, gera na criança é a seguinte sensação: "todos são melhores do que eu; meus pais ficam satisfeitos com os outros, mas não comigo; não consigo agradá-los; não sou bom o suficiente...".

Críticas e repreensões - Dar limites e ensinar a criança é bem diferente de criticar e repreender. Críticas e repreensões vêm normalmente carregadas de raiva, irritação e julgamentos que passam para a criança a mensagem de que elas não são dignas de receber amor, e que tem algo de errado com elas. Quanto mais baixa a auto-estima dos pais, mais insatisfeitos eles são consigo mesmos e maior será a tendência em projetar essa insatisfação nos filhos, em forma de críticas e repreensões carregadas de emoções negativas.

A habilidade de educar com amor e respeito à criança, e ao mesmo tempo firmeza e dose certa nos limites, está diretamente ligada ao nível de auto-estima dos pais. Essa auto-estima dos pais, por sua vez, está diretamente ligada à maneira como foram criados pelos seus pais. Nossa auto-estima costuma ser bem parecida com a dos nossos pais e tendemos, de modo inconsciente, a repetir o mesmo padrão de criar os filhos.

Observe que a intenção dos pais é sempre a de incentivar a criança a ser uma pessoa melhor, mas acabam provocando sérios problemas de auto-estima. Até mesmo aquele pai severo que bate no filho, faz isso por achar que é o melhor caminho, que e a única forma que funciona, e por não conhecer na prática nada diferente que realmente dê resultados. Normalmente o que esse pais pensam é: "fui criado dessa forma e hoje sou uma pessoa decente; filhos que não são criados assim, perdem o respeito e não crescem na vida; se eu não criticar, bater e repreender estarei incentivando meu filho a ser tudo que não presta; esse é o problema dos jovens de hoje..."


Crianças e jovens que não respeitam ninguém, certamente não receberam limites de forma adequada pelos pais. Mas é plenamente possível educar de modo firme e com amor, sem precisar de violência (seja física ou emocional) para ter uma criança ou jovem bem equilibrado. Entretanto, conforme já dito anteriormente, normalmente somente pais com boa auto-estima (e bem informados) conseguirão agir da melhor forma. Explicar esse tema em detalhes levaria algumas páginas.

As emoções e impressões negativas das experiências que a criança passa vão se acumulando, dando origem à sensação de não ser boa o suficiente, além de vários outros pensamentos e sentimentos parecidos: "não sou competente; tudo que faço dá errado; não sou digno de receber amor; tem algo de errado dentro de mim; ninguém vai me amar (se nem meus pais me amaram...); tenho que agradar as pessoas; não consigo agradar ninguém etc.. E todos esses sentimentos, por sua vez, vão gerar diversos problemas na vida profissional e nos relacionamentos.

Com a ajuda de profissionais capacitados podemos acessar e dissolver essas impressões emocionais que ficaram marcadas dos eventos vividos desde a infância até hoje, o que traz excelentes ganhos na auto-estima. 
(André Lima - www.eftbr.com.br)

22 de novembro de 2012

O que é, enfim, Psicoterapia Reencarnacionista?


É nos ajudar a enxergarmos tudo como se já tivéssemos morrido. Parece trágico, mas não é. Trágico é chegar lá em cima e ver que passamos a vida toda enxergando tudo errado. Estávamos de viagem e achávamos que era um local permanente. Estávamos de passagem e achávamos que aqui era a vida.
Nos vitimizamos pela infância que pedimos (precisamos), o pai que Deus nos deu, a mãe que necessitávamos, a classe social, a cor de pele, a família, virmos homem, mulher, o filho mais velho, o segundo, o filho único, etc. Passamos a vida nos achando vítimas dos retornos que sabíamos que iríamos necessitar receber, para nos purificarmos do que fizemos no passado. Caímos nas armadilhas e nos achamos sempre coitadinhos. Viemos encontrar os gatilhos, para aflorarem as nossas inferioridades espirituais, e não entendemos nada dos gatilhos. Caímos nas armadilhas e o nosso Ego nos convenceu que era bom, vantajoso. 
Dizermos que Psicoterapia Reencarnacionista é uma nova Terapia que lida com a Reencarnação é mais do que parece, é uma Psicoterapia que funciona como um despertar, um acordar, nos ajuda a abrirmos os olhos do nosso Espírito. Libertarmos-nos do comando do nosso Ego. É fazermos um Renascimento aqui na Terra, percebermos como caímos nas ilusões da vida terrena, como acreditamos o tempo todo nos nossos rótulos e nos rótulos dos demais desde que éramos crianças.
Nós descemos para a Terra como um Espírito livre, cheio de boas intenções, sabendo tudo o que iríamos encontrar, e por que, e para quê, e aqui chegados, a Terra colocou um véu sobre nossos olhos e ficamos cegos. A Psicoterapia Reencarnacionista quer nos ajudar a retirar esse véu. 
Todos os nossos rótulos são apenas isso: rótulos. Quem acreditar que é homem, mulher, brasileiro, gaúcho, branco, negro, bonito, feio, caiu na ilusão dos rótulos das "cascas". 
A Psicoterapia Reencarnacionista não tem nada a ver com a Psicologia ocidental, com Freud e todos os demais, ela está além disso, é um novo paradigma, tem a ver com a milenar Filosofia Oriental, com o Maya, com as ilusões.
Não precisamos ler os grandes psicólogos e filósofos ocidentais, esses não entenderam que não lidar com a Reencarnação é apenas uma herança católica. Devemos ler Yogananda, Krishnamurti, Gandhi, e outros Mestres verdadeiros, superiores aos quase-Mestres Ocidentais, esses cegos e iludidos pela decisão do II Concílio de Constantinopla de 553 d.C. 
A Psicoterapia Reencarnacionista é a mesma Terapia utilizada no período inter vidas, e lá todos os rótulos vão desaparecendo, todas as ilusões vão se revelando serem apenas isso mesmo, apenas ilusões, e vamos nos tornando, gradativamente, o que realmente somos: um Ser espiritual. E aí é à hora da verdade: "Ah, se eu soubesse...", "Ah, se eu lembrasse..." e "Não te preocupes, tu terás uma nova oportunidade."
Apenas para lembrar, todos nós já estamos, ou passamos, da metade da viagem, essa é a nova oportunidade, já nos libertamos? Estamos em nossos consultórios querendo libertar as pessoas da Maya, os Ministrantes de Curso estão nos Cursos ensinando os alunos a respeito da Maya, os monitores estão auxiliando os Ministrantes nisso, mas estamos praticando isso em nós mesmos? 
Dizer que Psicoterapia Reencarnacionista é uma Terapia que lida com a Reencarnação é apenas o 1o degrau, o 2o degrau é abrir os olhos espirituais, o 3o degrau é começar realmente a libertar-se de si mesmo, o 4o degrau é passar a agir como se já tivesse morrido. É ir acordando de um sono. É ir despertando para a Realidade. 

(Mauro Kwitiko)

16 de novembro de 2012

Caráter - Obra de luz da consciência


Para deixar o clima psíquico cair, é só se deixar levar... As pessoas adoram as coisas do mundo, que sempre passam. Idade, aparência, posses físicas... Tudo é coisa transitória. E quem pode comprar lucidez, discernimento, paz e amor real?

Um copo de bebida não mata a sede de amor e nem tira o vazio. Ter poder sobre os outros não significa ter poder sobre si mesmo. Viajar pelo mundo é bom. Mas, sem consciência, é apenas rodar no vazio. Conhecer o mundo não significa conhecer a si mesmo.

Um prêmio ou título acadêmico não garante sabedoria alguma. A atitude conta mais, porque revela o que cada um é realmente. E isso não é mensurado por valores teóricos, mas pelas opções assumidas.

As provas da vida não têm hora para chegar. Elas simplesmente acontecem. É nas horas dos reveses que se vê a têmpera e o valor real que cada um comporta.
Na maioria das vezes, a dor é o grande acelerador evolutivo das pessoas. E nem sempre ela é visível e tangível. Pode ser interna, como a dor do vazio. Muitas provas acontecem dentro do coração do homem: são provas de caráter!* Todos passam por isso, desde os homens comuns até os iniciados e mestres.

Só o Grande Arquiteto Do Universo é que sabe tudo! Só o Todo compreende o Todo. Diante das provas do caminho, o que vale é o caráter e a força do coração. E isso não se compra em lugar algum, nem é dado a ninguém. É valor de consciência. É intransferível e independe de idade, raça, sexo ou cultura. É atitude consciente.

Cada um apresenta na atitude o que já carrega dentro de si mesmo. Isso é da vida. A luz vem de dentro, o amor flui do coração, e, se o espírito sair, o corpo desaba. Logo, o que é real vem de dentro. A força para vencer as provas está nisso! Ninguém compra caráter! Nem amor, nem luz, nem paz, nem lucidez, nem equilíbrio.

Diante de um revés da vida, que valor transitório é capaz de segurar a onda? Viver nesse mundo sem o revestimento de caráter apropriado é loucura mesmo. Significa andar sobre espinhos com os pés descalços, ou viver sem sol no coração.

Encher a cara de álcool ou drogas não preenche o vazio de consciência. "Passar a perna em alguém" é o mesmo que cuspir para cima: sempre cai de volta... Deixar-se levar pelas coisas e situações sempre têm um preço: aumenta a fraqueza. Assim como se achar o máximo sempre leva a grandes derrapagens na jornada.

Às portas da morte, o que brilha é o caráter do homem, não suas posses e ilusões. O que cada um pensa e faz é o que importa. É a sua luz que vale, não os seus títulos. É na luz do coração que está à verdade de cada um. E só o Todo é que vê isso. Portanto, a tarefa mais importante de todas é conhecer a si mesmo! E, para isso, é preciso caráter. E isso não se compra. É estado de consciência.

Da mesma forma, um coração medíocre não suporta um Grande Amor. E conhecimento profundo não cabe em mentes rasas. E quem é trevoso não quer luz. Não há nenhum poder no mundo capaz de ensinar alguém a perdoar e a ser feliz. E quem poderá aplacar a dor do vazio existencial dentro do coração de outro? Mesmo com ajuda externa, o lance da cura é interno e intransferível.

A eclosão da luz de dentro só ocorre mediante esforço e vontade de melhorar. As ilusões levam aos abismos da dor e os arroubos de arrogância custam caro. Por isso, a dor chega aos homens, por dentro e por fora, para acabar com a inércia! Contudo, quando há caráter, há compreensão. E aí, a dor não gera mais revolta. Muito pelo contrário, traz lição. E isso não tem preço! É valor de consciência. E só o Todo é que sabe o que se passa dentro de cada coração.

Todos passam reveses e altos e baixos em suas vidas. Isso faz parte da jornada. Mas quem quer mais luz, que seja luz! E reforce o caráter no que é real e valoroso. Ninguém sabe a hora de sua partida deste mundo - e nem o teor de suas provas. O que se sabe é isso: cada um dá ao mundo o que tem dentro de si mesmo. E, no final das contas, o que vale, na vida ou após a morte, é a luz que cada um leva. Ah, quem quer mais luz, que se acautele, estude e trabalhe por isso...

E jamais desista, mesmo com toda pressão do materialismo do mundo dos homens. Isso não é doutrina, é caráter! É estado de consciência, não é um lugar ou templo. E de que adianta vestir uma roupa linda, se a própria aura** for uma miséria de luz?

Ah, os iniciados espirituais estavam certos: "Quem quer mais luz, que seja luz!" E o mestre Jesus sabia das coisas, e ensinou: "A cada um segundo suas obras!" E não, Ele não estava falando só sobre as obras tangíveis e visíveis dos homens. Ele também se referia àquelas obras sutis, que estão dentro do coração. Aquelas obras da paz e da luz, que só o Pai Celestial é que sabe... As obras do caráter! 
Dedicado a todos aqueles que, mesmo sob pesadas provas, ainda assim permanecem fortes e sinceros em suas jornadas espirituais, de todos os lugares e linhas, sem jamais renegarem a força do espírito em seus corações.

Paz e Luz.
(Wagner Borges - mestre de nada e discípulo de coisa alguma; eterno neófito da Vida e do Todo, sempre tirando lição de cada coisa... / Janeiro 2012)

10 de novembro de 2012

Entenda um pouco sobre a Psicoterapia Reencarnacionista

Relatos de vidas em séculos passados, histórias pessoais, comprovam o pilar básico da Psicoterapia Reencarnacionista: a Personalidade Congênita. Escutando esses relatos, observando, refletindo a respeito, venho aprendendo bastante sobre o aproveitamento, ou não, das encarnações. E percebo as repetições de padrões em todos nós, encarnação após encarnação. Alguns Espíritos vêm encarnando, há séculos, envolvidos num padrão de violência, seja sofrendo, seja praticando; outros, em questão de sexualidade, negando, abusando, sofrendo e fazendo sofrer; percebo padrões de autoritarismo, agressividade, prepotência e também de medo, submissão, baixa autoestima; outros apresentam um padrão de isolamento, solidão e tantos outros. É como se todos nós estivéssemos durante alguns séculos sintonizados com uma faixa de comportamento e vamos passando pelas encarnações com o intuito de aprender sobre aquele tema, evoluir naquele assunto, para libertar-se daquilo. Mas como demoramos a nos livrar de um padrão! É como um aluno que vai repetindo a matéria na qual ainda não consegue ser aprovado, anos a fio. Só que, aqui, não são anos, são milhares de anos.

Perceber essa demora em evoluirmos é um dos principais motivos que me leva a escrever sobre este assunto, no sentido de auxiliar a todos nós a melhor aproveitarmos uma encarnação.

É importante procurarmos entender, dentro das nossas limitações de Espíritos encarnados, as leis que regem a Reencarnação, como e por que ela ocorre, qual sua finalidade e, principalmente, como saber aproveitá-la, do ponto de vista do nosso Eu Superior. O primeiro pré-requisito para aproveitarmos uma encarnação é sabermos que a estamos vivendo, que não somos nossa “casca” e sim um Espírito nela. O que vai determinar o aproveitamento, ou não, de uma passagem terrena é conseguirmos alcançar uma ascensão, pelo menos satisfatória, em nosso grau espiritual, ou seja, um aprimoramento nas nossas características pessoais, num trabalho de purificação: a nossa missão individual. A outra missão, coletiva, consiste na busca do resgate e da harmonização com outros seres, com os quais trazemos conflitos de encarnações anteriores, e procurarmos desenvolver um vínculo amoroso com as pessoas próximas, com as não tão próximas e com toda a humanidade. Ambas as missões devem seguir paralelamente, mas a maioria de nós mal consegue cumprir a individual e poucos conseguem desenvolver a coletiva, pelo menos em nível satisfatório.

Pela nossa técnica, o terapeuta atua apenas na parte do relaxamento e no incentivo à elevação da freqüência, permitindo que o Mentor Espiritual da pessoa assuma o comando e comande a regressão, visando desconectá-la de situações traumáticas do seu passado, onde está ainda sintonizada, e de onde vem a maioria das fobias, dos pânicos, das depressões refratárias, etc. Nunca incentivamos a pessoa regredida a identificar alguém que encontra em outra encarnação.

Quem somos nós para sabermos o que uma pessoa deve acessar em seu passado e se ela tem o merecimento de desconectar-se de situações de lá? O seu Mentor Espiritual sabe.

Não acreditem, sem examinar, em nada que lhes dizem, nem no que eu estou dizendo aqui, vivenciem, pratiquem, e tenham, então, uma opinião própria, baseada numa certeza íntima, que, aí sim, terá valor, pois não poderá ser manipulada.

A infância não é o começo da vida, e sim, a continuação, e, portanto, nós não formamos nossa personalidade na infância, já nascemos com uma personalidade. Uma família não é um agrupamento aleatório de pessoas, e sim de Espíritos encarnados próximos. Viemos para evoluir espiritualmente, encarnamos para que nossas inferioridades venham à tona e possam ser melhoradas, ou eliminadas, o que não ocorre quando estamos no Astral, por falta das dificuldades, dos “gatilhos” que as façam emergir. Tudo é uma oportunidade, uma lição, tudo tem uma finalidade e baseia-se na Lei do Retorno. A finalidade da encarnação é a busca da evolução espiritual e aí está o sentido da vida.

Essa nova Escola, que chamamos de Psicoterapia Reencarnacionista, é a Psicologia da evolução espiritual, através do tempo.

(Mauro Kwitko – Como aproveitar a sua encarnação)

5 de novembro de 2012

A CURA PELO PENSAMENTO


O avanço da medicina no século 20, principalmente nas últimas décadas, tem-nos impressionado profundamente. Basta que vejamos uma sala cirúrgica ou um laboratório de check up e nossa imaginação parece nos transportar a um mundo fantástico, semelhante ao da ficção dos filmes americanos.

Mesmo assim, estes esforços não foram suficientes para que os homens descobrissem as causas verdadeiras das doenças. Para sanar tal embaraço intelectual-científico, os médicos falam no "acaso probabilístico", coisa que nós espiritualistas, temos que repudiar, visto compreendermos que "Deus não joga- Deus cria, e cria perfeito".

A resposta está na flagrante existência da alma ou espírito, que como essência de vida e consciência, vontade e ação, vive dentro de um corpo mental que ativa o nosso corpo perispiritual (corpo astral), e este o corpo físico.

Na psicologia holística, o homem é visto como um todo integrado, onde qualquer comportamento está envolvendo toda a estrutura humana. Realça-se, assim, o importante comando do espírito sobre as suas outras áreas.

Sendo o espírito algo etéreo, é dentro da mente que ele atua mais diretamente. Ali, sua vontade move os intrincados mecanismos de seus corpos. Escolhe o mercado das idéias, os pensamentos em que quer acreditar, e ali imprime sua convicção, injetando-lhes força de ação. Estes pensamentos, chamados pensamentos-padrões, vão acionar- segundo sua qualidade- nossos aparelhos astrais e físicos desta ou daquela maneira.

Assim tanto os bons aspectos de nossas vidas como as doenças são freqüentemente resultado dos pensamentos- padrões que formam nossas experiências. Claro que não temos a intenção de mudarmos os bons pensamentos-padrões, pois gozamos seus bons resultados; são os pensamentos – padrões não saudáveis que nos preocupam mais.

Percebendo que para esse problema físico já existe uma causa psíquica, podemos parar de culpar a vida e outras pessoas pelo que estava errado conosco e assumirmos inteira responsabilidade pelas nossas próprias experiências. Sem nos reprovarmos ou nos sentirmos culpados, podemos aprender como evitar criar pensamentos-padrões que levem a doenças no futuro.

Um exemplo particular: eu não podia entender como repentinamente minha nuca ficava tensa. Depois de aprender o conceito dos pensamentos-padrões, descobri que a nuca representa flexibilidade nas atividades, vendo diferentes lados das questões.
Eu fora muito inflexível e constantemente recusava ouvir outros pontos de vista; mais depois que me tornei mais maleável em meus pensamentos e habilidades, com uma agradável compreensão para ver os outros pontos de vista, minha nuca parou de perturbar-me. Agora se ela começa a doer um pouco, observo-me para ver onde meus pensamentos estão tensos e rígidos.

Para se eliminar permanentemente uma condição, precisamos primeiramente dissolver a causa. Mas, desde que frequentemente não sabemos qual é a causa, achamos difícil saber onde começar.


Os pensamentos – padrões que causam mais doenças no corpo são todos aqueles resultantes das críticas, da raiva e do ressentimento. Por exemplo: a crítica conservada por longo tempo conduzirá a pessoa a uma doença como artrite. Raiva a levará a doenças que fervem, inflamam e queimam no corpo. Ressentimentos longamente mantidos retêm alimentos apodrecidos, que finalmente geram tumores e câncer. É bem mais fácil dissolver esses pensamentos – padrões negativos da nossa consciência quando nosso estado é sadio do que tentar eliminá-los quando estamos em pânico e sob a ameaça de um bisturi de um cirurgião.

Como psicólogo, eu tenho realizado um valioso trabalho em minha clínica "Aldeia da Vida". Pela própria experiência profissional, eu mostro como a terapia psico espiritual pode auxiliar na cura e prevenção de doenças.

(Luiz Antônio Gasparetto médium psicopictográfico)

30 de outubro de 2012

Isso é amor ou é doença?

Recentemente escrevi um texto falando sobre a importância do desapego em todas as áreas, inclusive nos relacionamentos. Recebi depois um email de uma leitora dizendo o 
seguinte:

"Porque você não entende nada de amor! Você não está apaixonado! Na vida e na guerra o tempo conta, as estratégias são necessárias muitas vezes pra não perder quem você ama ou para mostrar aquele ser amado que você existe  e que o ama. Aí sim a decisão é dele!"

Alguns confundem o sentimento de necessidade de ter que ter aquela determinada pessoa, com amor. Tem pouco a ver com amor pelo outro, e sim com a nossa própria insegurança e problemas de auto-estima. Ao invés de curarmos nossas feridas emocionais, pensamos que precisamos encontrar alguém que nos traga segurança e conforto para acabar com a nossa infelicidade. O outro se torna a fonte que irá nos preencher. É uma receita certa 
para sofrimento.

Quando conseguimos um relacionamento dessa forma, por um tempo podemos nos sentir bem, normalmente, logo nas primeiras semanas ou meses da relação. Mas logo virá a insegurança, pois teremos sempre um medo inconsciente latente de perder aquela pessoa.

Na verdade, temos medo de perder a sensação de paz e segurança que o relacionamento nos traz. Essa sensação de segurança não é verdadeira, é algo apenas superficial, pois nossos problemas de insegurança mais profundos não foram curados, ficaram apenas temporariamente encobertos com o relacionamento. A nossa paz está nas mãos de outra pessoa.

Esse medo de perder leva a dependência e alguns chegam ao desespero. Criamos jogos de manipulação e chantagem, no intuito de ter a outra pessoa de qualquer forma, pois é nela que projetamos a nossa felicidade. Pessoas que agem dessa maneira estão sempre tensas de alguma forma. Normalmente são pessoas ciumentas. Tendem a ser rejeitadas nos relacionamentos. Elas se tornam muito desinteressantes. Quanto mais projetamos necessidade e insegurança, mais o nosso valor diminui perante os olhos das outras pessoas. Essa forma de se comportar é causada pela falta de amor próprio.

Pessoas mais seguras são as que nos parecem as mais interessantes. É algo natural se sentir atraído por pessoas que passam nas suas atitudes uma boa auto-estima. Elas não precisam fazer esforço para atrair um bom relacionamento; as coisas simplesmente acontecem. Parece sorte, coincidência, mas não tem nada disso.
Gostamos mais das pessoas que gostam de si mesmas. Quanto melhor a nossa auto-estima, mais conseguimos nos valorizar, nos impor, colocar limites e dizer não quando necessário. Nos fazemos respeitar  e assim os outros acabam também nos respeitando e valorizando. A qualidade dos nossos relacionamentos é sempre um reflexo direto da qualidade da nossa auto-estima. É tudo muito simples e lógico.

Liberando os sentimentos negativos que guardamos, ficamos mais livres e desapegados. E assim aquela "paixão", aquilo que parecia amor, se enfraquece. E nosso foco se volta para nós mesmo. Passamos a ser a pessoa mais importante da nossa vida. É como se voltássemos para casa. Quando estamos tentando controlar o relacionamento através do controle do outro, estamos viajando mentalmente tentando adentrar e manipular a mente alheia. E assim não fica ninguém em "casa", ou seja, em nós mesmos. É sempre doloroso agir assim.

Se sentir como a pessoa mais importante da nossa vida pode soar para alguns como egoísmo. Mas se trata de amor próprio. E esse é, na realidade, o único amor verdadeiro. Nesse estado conseguimos nos relacionar muito melhor com os outros, sem a necessidade de controlar. Ficamos na verdade muito mais generosos quando perdemos o medo. 

Tratamos bem os outros, mas não nos deixamos cair em jogos de manipulação nem perdemos nossas vontades. Relacionamento egoísta é aquele em que usamos artifícios para fazer com que pessoas fiquem ao nosso redor. E muitos acham que isso é sinal de amor.

Atendendo uma cliente que já morou fora do Brasil, ela contou que um ex-namorado ligou pra ela perguntando se poderia viajar para visitá-la. Ela falou que não, que não tinha mais nada a ver, mas ele insistiu e foi mesmo assim. Ela tinha noção de que esse não era um comportamento saudável. Mas, em algum nível, na percepção da minha cliente, parecia que ele agia dessa forma por gostar ainda muito dela. Na verdade, ele agia assim por não gostar de si mesmo, devido a vários sentimentos que acumulou durante a vida. Mas ele também não conseguia enxergar isso. Na sua visão, ele pensava que se comportava daquela maneira por amor.

O pior é que ainda ficamos envaidecidos quando alguém se comporta dessa forma. A atitude dessa pessoa não tem nada a ver conosco. Tem a ver apenas com a falta de amor próprio dela para com ela mesma. Mas, como também temos nossos problemas de auto-estima, nos apegamos a esse tipo de situação (mesmo quando não queremos ter nada com o outro) para sentir que temos algum valor, já que alguém "gosta" tanto assim de nós.

O gostar demais, sentir ciúmes, vontade controlar, manipular os relacionamentos, achar que o outro é mais importante, que é tudo na nossa vida, é fruto da mesma doença: dificuldade de amar a si mesmo.

 (Andre Lima)

26 de outubro de 2012

O medo da falta traz sim a escassez para sua vida

Existem pessoas que por medo excessivo da falta economizam a vida inteira e vivem somente em função do que estabeleceram como reserva pessoal. Permanecem por anos a fio no mesmo emprego, sem nenhuma perspectiva de crescimento, pelo medo de não encontrar nada igual ou melhor do que já tem. Chegam a ter uma vida medíocre, mas que lhes traz segurança.

O medo da falta muitas vezes faz as pessoas viverem mal e nunca se permitirem algo que possa se parecer com um luxo, pois, quem sabe, um dia esse dinheiro que foi esbanjado pode fazer falta para algo.
O Universo é muito próspero e trará para sua vida tudo que quiser, desde que você confie, use seu poder pessoal e tenha plena certeza de realização e sucesso.

A mudança pessoal começa quando detectamos a programação negativa que um dia nos foi ensinada, o que normalmente ocorre na infância. Filhos de pais que tiveram muito dificuldade, que gastam ou economizam em excesso, sofrem do medo da falta. A frase que mais se relaciona a esse fato é: nunca quero passar pelo que meus pais passaram.

No entanto, ao detectar essa programação negativa ou bloqueio energético temos a possibilidade de eliminá-la e, então, despertar para possibilidades nunca então vivenciadas.

Pessoas sem Conexão Divina plena pensam que a felicidade, em primeiro lugar, deve ser construída fora de si e por isso passam uma vida economizando para obter o que mais desejam. Mas, na prática, acontece que quando se deparam com o bem adquirido, normalmente o vazio vem junto, pois bens materiais não preenchem o nosso campo de felicidade.

No entanto, quando a Conexão Divina está estabelecida plenamente, a felicidade interior toma conta de nosso ser, tornamo-nos assim pessoas magnéticas e a lei da atração estará estabelecida em sua vida trazendo-lhe felicidade e sucesso. Portanto, o medo da falta não tem espaço na vida de quem confia plenamente que tudo está em ordem Divina e que o amanhã será sempre melhor do que hoje.

Encontrar explicações nas situações ou pessoas ao nosso redor, muitas vezes é muito mais fácil do que admitir que o problema esteja conosco e tenhamos que modificar nosso padrão energético. A felicidade é o objetivo maior de todo ser humano, mas ela não tem espaço para entrar em nossa vida se preenchemos toda nossa existência com infelicidade.

Em meu consultório, faço muitos atendimentos relacionados aos planos de carreira. Traço junto com o paciente que me procura seus objetivos pessoais e o que deseja atingir, depois, analiso de maneira profunda cada aspecto e, então, iniciamos o atendimento com a Mesa Radiônica.

Há alguns anos, atendi um médico que trabalhava em um hospital muito conceituado da rede pública, dizia que amava o que fazia, porém, aquela referência de hospital que um dia tudo significou em sua vida, incluindo a parte humana, deixara de existir por questões políticas internas. Queria mudar de vida, mas o medo da falta atrofiava qualquer iniciativa de mudança. Não se sentia capaz de encontrar outro emprego, nem tão pouco de se estabelecer em outro local. Sua condição financeira era restrita e estava com muitas dívidas. Perguntei-lhe então o porquê do acumulo de dívidas e ele me disse que quanto mais tentava economizar para um dia não faltar, mais gastos inesperados lhe apareciam.

Iniciamos seu tratamento estabelecendo novamente o equilíbrio energético através da Mesa Radiônica e a seguir parti para a identificação de todos os fatos marcantes em sua vida que lhe trouxeram a escassez e o medo, como padrões enraizados de comportamento
Eliminamos cada bloqueio de sua vida, incluindo situações complicadas de infância e situações presenciadas em sua vida profissional que lhe trouxeram o medo de não corresponder às expectativas dos outros.

Esse médico, assim, reconheceu o enorme poder pessoal que havia dentro dele, despertou, então, em sua vida toda sua confiança e segurança pessoal; dia após dia o negativo e a infelicidade passaram a dar espaço a um novo despertar de consciência.

Como bem sei, por experiência de muitos anos em meu consultório, que vícios de comportamento voltam com muita facilidade, sugeri a ele que não deixasse o emprego atual, que agradecesse todo dia por tê-lo, pois ele era à base do seu sustento e que começasse a buscar uma nova colocação.

Para que esse processo de recolocação se desenvolvesse o convidei para fazer o meu Curso de Radiestesia onde ensino a trabalhar objetivos pessoais formando egrégora de atração.

Hoje ele está trabalhando em quatro hospitais particulares com muita projeção e respeito, deixou o emprego público e se sente realizado financeiramente.
Se você se identifica com o medo da falta em qualquer campo de sua vida, elimine esse bloqueio e sinta que a vida pode ser muito mais do que você vive hoje.

25 de outubro de 2012

SIGA SEU CORAÇÃO, ELE É MAIS INTELIGENTE DO QUE VC PENSA!


O coração é o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois. Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais da metade do Coração é, na verdade, composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o  sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce, autor de “A biologia da  Transcendência”, chama este órgão de ”o maior aparato biológico e a sede da  nossa maior inteligência.” 

O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células deste órgão, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais: uma leitura do espectro de freqüência do coração pode ser tomada a partir de três metros de distância do corpo, sem colocar eletrodos sobre ele!

A freqüência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo. 

O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequencia. A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa galáxia… e todos são holográficos. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de freqüência de um único anel. 

Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e, como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas. 

Quando nos desconectamos e desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, voltando-nos apenas para nossos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, fazendo com que voltemos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, na ganância, no poder e no controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, nossa percepção de vida muda para uma de limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver.

Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e ao redor do qual construímos muros, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas. 

Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. À medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos  começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e, desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra. 

(Rebecca Cherry - www.gemaffex.com and pinklight.org )

22 de outubro de 2012

ALTERAÇÕES NO CAMPO ELETROMAGNÉTICO DA TERRA GERAM CANSAÇO E FRAQUEZA


Desde o início do ano de 2012 tenho percebido que muitas pessoas queixam-se de cansaço – não apenas físico, mas também cansaço emocional e mental, gripes e resfriados longos, certa irritabilidade, depressão, falta de vontade em realizar atividades diárias. Posso dizer que tenho “lotado” meus Mentores de perguntas e as respostas chegam aos poucos e vão se revelando. Escrevo esse texto junto com Joahdi, que me traz mais uma informação importante sobre o tema: as alterações no Campo Eletromagnético da Terra é mais um dos fatores que leva os Seres Humanos a sentir cansaço. Vamos entender um pouco mais:
O que é o Campo Eletromagnético da Terra?
Qual é a sua relação com os seres vivos?
A Terra, como também os outros planetas, é dotada de um sistema de linhas de força chamado de Campo Eletromagnético, que associa forças elétricas com forças magnéticas. A ciência já comprovou que os seres vivos (minerais, vegetais, animais e humanos), recebem fortes interferências – positivas ou negativas – do Campo Eletromagnético da Terra e os corpos precisam estar em equilíbrio e em harmonia com o Campo Eletromagnético para que a saúde física, emocional e mental seja Perfeita. O que Joahdi tem a nos dizer?
Joahdi diz que os seres vivos se alimentam das forças eletromagnéticas, assim como também se direcionam por ela.
Quando um planeta vai elevar-se para dimensões superiores, um primeiro aspecto a começar a transferir-se é o seu eletromagnetismo. Através dessas alterações, a forma física de um planeta é impulsionada a abrir-se para receber alimento eletromagnético de forças superiores, que entrarão no planeta com dupla função: purificar todo o sistema para que se coloque em condições de elevar-se e complementar a alimentação eletromagnética para que o planeta não “perca” o corpo antes de acessar o próximo nível.  A Humanidade precisa estar em sintonia com as forças da Terra para que possam acompanhá-la em sua ascensão.  Da mesma forma que a terra se concentra em ir ao alto para alimentar-se, cada Ser Humano precisa fazer o mesmo: buscar alimento energético para manter-se em harmonia com a Terra e manter o seu equilíbrio e bem-estar.
O que são as alterações do Campo Eletromagnético?
Qual é a sua relação com os seres vivos?
Alterações no Campo Eletromagnético da Terra são naturais e acontece o tempo todo, dentro de uma margem de variação de um local para outro, dependendo do tipo de rochas e dos fenômenos naturais presentes.
Porém, cientistas comprovaram que a força eletromagnética da Terra como um todo está diminuindo e neste momento estamos sentindo os efeitos disso de forma mais consciente.
Cientistas como Greg Braden e outros, concluíram, a partir de pesquisas e observações, que qualquer alteração no Campo Eletromagnético da Terra afeta os padrões de sono, podendo gerar tanto a insônia como a sonolência; interfere na regulação do sistema imunológico; estimula apresentação de certos sintomas como: enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, irritação ou depressão; desânimo; sinais de gripe e/ou sonhos intensos. O que mais Joahdi tem a nos dizer? Há soluções.
Não há necessidade de sentir-se mal em nenhum aspecto do seu Ser. É importante que deseje se colocar em sintonia com a ascensão da terra. As dicas de Joahdi:
1. Beba bastante água.
Água é um condutor de energia, além de ser um purificador de toxinas muito mais potente do que imaginam. Fique atento ao que o seu corpo pede, pois mais de 2 litros ao dia pode ser requisitado por seus sistemas.
2. Faça caminhadas regulares ou faça exercícios físicos frequentes, pois ao movimentar o corpo você está ajudando a circular a energia e ainda estimula o seu organismo a gerar sua própria energia, através dos hormônios e chacras espalhados pelo corpo.
3. Meditar todos os dias te ajuda a fazer as conexões com as energias superiores a fim de suprir-se com elas.
4. Traga energia para si mesmo. Faça uso de alguma aplicação de energia com as suas próprias mãos em si mesmo. Você pode simplesmente levantar as mãos ao alto, intencionar puxar uma Luz Branca do Coração de Deus/Deusa e depois colocá-las sobre seus chacras ou mesmo nos locais em que sente algum incômodo. 
 5. Cuide da sua alimentação, a fim de que ela seja balanceada com diversos nutrientes. Dê preferência a alimentos frescos e leves, especialmente à noite. Aprenda a limpar a energia dos alimentos, envolvendo-os numa bolha de Luz Violeta. Aprenda a escutar o que seu corpo pede, pois pode ser que ele te peça doces ou carnes, frutas ou legumes, carboidratos, etc. Por enquanto não faça restrições que te sejam muito sacrificantes, pois isso irá gerar mais stress e assim te enfraquecer ainda mais. Aqui eu fiz uma parada e perguntei a Joahdi sobre o ato de comer carne. 
E Ele responde assim:
Haverá um momento em que toda a Humanidade deixará de comer carne, mas cada qual chegará nisso em seu tempo. O corpo e a mente precisam estar preparados. Não se cobrem. Não cobrem os outros. Amem-se uns aos outros incondicionalmente e saiba que todos estão dentro da Ordem Divina, cada qual segue seu próprio “script”, possui seu próprio caminho. Respeite as escolhas e necessidades de cada um. Eu faço parte de uma linha de pensamento que presa pela transformação sem sacrifícios, dores ou sofrimentos. Qualquer stress que você se colocar nesse momento tende a desviar energia e não é esse o objetivo do momento.
As Almas de alguns animais se ofereceram para nutrir corpos e essa escolha faz parte do caminho evolucional dos mesmos. Vocês precisam apenas compreender que o ato de alimentar-se é sagrado, independe de comerem animais ou vegetais. Todos os seres vivos possuem Almas e Essências Divinas. Envolva qualquer alimento numa bolha de Luz Violeta. Agradeça pela nutrição física que recebe dos alimentos e peça que as suas Almas sejam levadas de volta a Deus para que completem suas Missões.
6. Ervas, Florais, Remédios Homeopáticos e diversos recursos da natureza estão disponíveis para ajudar não apenas humanos, como plantas, minerais e animais. Abuse dos chás, utilize-os a partir de suas propriedades medicinais.
7. Se sentir que precisa de ajuda, não hesite em pedir.  Há na Terra, hoje, muitos profissionais competentes, em diversas áreas, que podem te auxiliar no processo de limpeza e/ou energização que você necessita.
8. Respeite o seu ritmo interno e aprenda a criar momentos de descanso e lazer. Descanse e recolha-se quando sentir necessidade. A consciência dessa necessidade vai estimular as transformações necessárias nos sistemas institucionais de trabalho, e você pode ser o primeiro a conscientizar as pessoas a sua volta.
9. Momentos de solidão e recolhimento pode ser uma necessidade que deve ser respeitada. Você não precisa estar relacionando-se o tempo todo. Também não precisa cumprir obrigações sociais que não estejam em sintonia com seu desejo mais profundo. Encontre um equilíbrio alternando sua vida social com certo recolhimento, essencial para que você possa repor as energias despendidas no externo.
10. Nada tema. Tudo está dentro da Ordem Divina. Você possui seus protetores pessoais que estão orientando os seus passos. Invoque-os e informe-os sobre o que necessita.
A terra quer ascensionar com seus Filhos de Luz!
Como Mãe, Ela te ama incondicionalmente e não vai te deixar para trás. Ela está te amparando e te acolhendo todos os dias. Agradeça todos os dias por estar na Terra hoje!
Em Luz,
Joahdi, Rathal Zeh e Tania Resende (Fonte: Anima Mundhy)

3 de outubro de 2012

Aceitação...


O início da transformação.
A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância, é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, desistindo de mudar, sendo fracos.
Na verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida, das nossas relações ou de nós mesmos, devemos começar aceitando.
A aceitação é detentora de um poder transformador, que só quem já experimentou é que pode avaliar. É realmente difícil aceitar perda material ou afetiva; uma situação de dificuldade financeira; uma doença; uma "humilhação"; uma "traição", etc. Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, já que existem inúmeras situações que não podemos mudar no momento em que acontecem.
E de maneira geral as pessoas são como são, dificilmente mudam, na verdade não podemos contar com isso, quem muda somos nós por escolha e vontade própria, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.
Ser resistente a isso, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se, etc, são reações emocionais carregadas de raiva; raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida e a raiva destroem, desagrega.
A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.
Aceitar não é desistir, nem tão pouco se resignar.
Aceitar é estar lúcido do momento presente como é, e se assim a vida se apresenta, assim deve ser, já que tudo está coordenado pela Lei da Ação e Reação.
N o  i n s t a n t e  e m   q u e   a c e i t a m o s , desmaterializamos situações que foram criadas por nós (“karma”), soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos ,trazendo as respostas e as saídas para a situação, tudo isso porque paramos de resistir à VIDA como ela se apresenta no momento.
A consciência de que tudo é movimento, nada é permanente, faz com que a aceitação aconteça mais facilmente.
A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento.
Dessa forma prolongamos a situação.
Resistir, só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.
Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados, frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais/emocionais criam mais e mais dificuldades, nunca trazem solução.
Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio.
Aceitar é o que nos leva à Fé.
É fundamental entender que aceitar não significa desistir...
Seguir adiante com otimismo, e ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida.
Aceitar se refere ao momento presente.
No instante que você aceita, ou em outras palavras, você entrega, novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.
(Autoria desconhecida – Jornal da Ramatis – nº 56)