“Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.” (Cora Coralina)

19 de julho de 2012

A PSICOLOGIA E A REENCARNAÇÃO

Neste último século, desde Freud e até hoje, temos sido acostumados a 
um raciocínio a respeito da nossa personalidade que, agora, não nos serve 
mais. Estamos falando da base da Psicologia que é a Formação da 
Personalidade, o modus operandi usual que é a busca, na nossa infância, 
das causas dos nossos problemas, seja a tristeza, a mágoa, a raiva, a 
agressividade, a autodestruição, a timidez, o medo, etc. Essa é a versão 
das nossas personas para a nossa história de vida e ela é, invariavelmente, 
equivocada e mantenedora das inferioridades que viemos melhorar em nós. 
Nos adaptamos de tal maneira a esse modo de trabalhar da Psicologia e 
da Psiquiatria, que no momento em que surge uma nova psicologia, 
reencarnacionista, que afirma que nós não formamos a nossa 
personalidade na infância, e, sim, ela é anterior, é congênita, e manifestase na infância, isso cria uma interrogação nas pessoas. Mas se afirmamos 
dentro do movimento espiritualista que tudo é uma continuação, se nós 
apenas trocamos de corpo físico de uma encarnação para outra, ou seja, o 
Espírito e o perispírito são os mesmos, então por que a surpresa? Dito de 
outra forma: se somos a mesma Consciência, que reencarna e desencarna, 
a nossa personalidade não é uma continuação de si mesma “vida” após 
“vida”? 
A base da Psicoterapia Reencarnacionista é a Personalidade Congênita e, 
conseqüentemente, a finalidade da encarnação e o real aproveitamento 
dela. Essa nova visão não nega os fatos, os traumas e os dramas da 
infância, e do decorrer da "vida", mas afirma que cada um de nós sente e 
reage a eles ao seu modo e que, na quase totalidade das vezes existe, por 
traz dos fatos e dos dramas, fatores muito profundos e antigos, de séculos 
atrás. Nas sessões de regressão às encarnações passadas, algumas 
vezes (a critério dos Mentores Espirituais das pessoas regredidas) 
encontramos nosso pai, nossa mãe, nosso marido ou esposa, nossos filhos, 
nossos rivais, nossos inimigos, etc. E aí entendemos que estamos nos 
reencontrando para tentarmos nos harmonizar, nos reconciliar, mas 
raramente isso é obtido, principalmente devido ao raciocínio de vítima ou 
vilão incentivado pelas Escolas psicoterápicas baseadas no início das 
coisas nessa "vida". 
Encontramos nas nossas encarnações passadas a nós mesmos, com 
outros rótulos, com outras "cascas", mas com as nossas características de 
personalidade, as positivas e as negativas. É quase regra geral, alguém 
agressivo, irritado, autoritário, perceber-se assim nas encarnações passadas. Alguém tímido, medroso e inseguro ver-se desse modo lá atrás. Alguém deprimido, 
magoado e abandônico perceber que já era assim nas suas últimas 
encarnações, etc. E quantas vezes o nosso pai já foi nosso filho, a nossa 
mãe, a nossa esposa, um filho, um inimigo, um outro filho, um grande 
companheiro, etc. Precisamos nos libertar do que chamamos as "ilusões 
dos rótulos das cascas", com a interiorização de que somos um Espírito 
(Consciência) que, em cada encarnação, "veste" um novo corpo, 
proximamente a outros Espíritos no mesmo processo, com algumas 
finalidades específicas. E as principais, são: 
1. Viemos do Plano Astral superior para um Plano mais denso e imperfeito 
(Astral Inferior), para que, na interação com as dificuldades inerentes a 
este nível evolutivo, as nossas inferioridades venham à tona e tenhamos 
então a possibilidade de lidar com elas, visando a sua eliminação 
(purificação). Isso não pode ocorrer quando estamos desencarnados no 
Astral superior, pela elevada consciência vigente lá que faz com que não 
passemos pelos "testes e "provas" comuns aqui. Lá em cima são ativados 
nossos chakras superiores e aqui, os inferiores, por isso voltamos para cá: 
para aflorarem as nossas inferioridades, que lá ocultam-se. 
2. Buscarmos os resgates e harmonizações com antigos companheiros de 
viagem, que geralmente vêm na nossa família, ou vamos encontrando 
durante a "vida". Mas para alcançarmos isso, precisamos primeiramente ir 
curando as nossas inferioridades: tendência de ficar triste, tendência 
magoar-se, tendência de isolar-se, tendência de sentir raiva, tendência de 
achar-se mais do que os outros, tendência de achar-se menos que os 
outros, etc. 
Essas noções, e tantas outras, a respeito da Reencarnação, que têm 
permanecido limitadas apenas ao campo da religião (nesse lado do planeta, 
principalmente na religião Espírita), podem agora ser incorporadas pela 
Psicologia, a fim de ser melhor entendidos os nossos problemas e conflitos. 
Também a Medicina, e isso já está ocorrendo, irá entender que não somos 
apenas esse corpo físico visível, e sim temos outros corpos, sutis, onde 
iniciam-se as "doenças ". E a Psiquiatria, um dia, quando entrar no campo 
do "invisível", entenderá o que são essas vozes "imaginárias", o que são as 
"alucinações", e descobrirá que a “esquizofrenia", a "paranóia", o 
“transtorno bipolar”, o “transtorno obsessivo-compulsivo”, comumente são 
emersões de nossas personalidades de outras vidas, freqüentemente acompanhadas de outras personalidades, os chamados obsessores. 
Está chegando um novo Milênio e, com ele, uma nova Psicologia, uma 
nova Medicina e uma nova Psiquiatria. E os médicos, os psicólogos, os 
psiquiatras e os psicoterapeutas em geral, que acreditam nos princípios 
reencarnacionistas, não precisam mais lidar apenas com o nosso corpo 
visível e as "doenças físicas", e com essa passagem terrestre, chamada, 
equivocadamente, de "a vida".


(Mauro Kwitko)

7 de julho de 2012

Será que você é um adulto índigo?

Quando se fala de índigos, podemos falar tanto de crianças, adolescentes ou adultos. São almas antigas,que há muito já existe nesse mundo ou em civilizações mais avançadas, e que alcançou este estágio representado pela cor índigo. Questionadores, guerreiros e detonadores de sistemas natos, desde criança apresentam características que desafiam os padrões de comportamentos, religiões, e regras impostas pela sociedade.

São muito criativos ainda que na escola não tenham tirado as melhores notas.

Têm algumas características que fazem parte de crianças índigo.

Apresentam alguns problemas de concentração e atenção (Sintomas de Desordem de falta de Atenção. Podem apresentar problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema nas conversas (palestras, dissertações, etc.)

Têm uma verdadeira empatia por algumas pessoas e sentem-se bem com pessoas que tenham a sua vibração, mas têm, também, uma profunda intolerância pela estupidez.

São muito intuitivos, muito criativos e desfrutam fazendo coisas, mesmo que espalhem tudo à sua volta como um caos, sentem-se bem assim…mesmo que os outros reclamem da desordem.

É difícil para eles fazerem um trabalho repetitivo e obrigatório e sobretudo na escola recusavam-se a fazê-lo.


Vivem em constante mudança e têm, ainda hoje, problemas com a autoridade. Rejeitam, muitas vezes, a autoridade do professor ou mesmo dos pais quando procuravam impô-la. Questionaram-na e continuam questionando a autoridade.

Aprendem rapidamente e quando acham que já sabem o suficiente aborrecem-se e desinteressam-se pelos assuntos?

Se uma coisa ou um tema lhes interessa põem aí toda a sua atenção e não se importam de estar horas a fazer o mesmo.

Na escola parecia que tinham “picos” e não paravam quietos, quando a matéria não lhes interessava, não lhe servia para nada ou achavam que já sabiam o suficiente sobre o assunto.

Por vezes mostra ser extremamente sensíveis, ou emocionalmente instáveis, chorando ao mínimo motivo (sem protecção). Ou podem mostrar uma certa falta de emoção (protecção completa).

Por vezes revoltam-se com certas coisas ou pessoas, parecendo que têm problemas com a Ira.

Não compreendem e até se revoltam, ou irritam com os chamados sistemas ineficazes que consideram caducos: sistema político, educativo, médico, jurídico, etc.

Sentem uma verdadeira irritação e ira quando privam dos seus direitos e detestam que os observem ou controlem os teus passos, ficam irritados quando alguém está sempre a observá-los e a criticá-los.

Procuram o significado da vida e sentem uma vontade grande de mudar ou até melhorar o mundo aderindo, por vezes, à espiritualidade, a alguma religião ou a grupos ou livros de auto-ajuda.

Tiveram alguma experiência psíquica, premonições (ver anjos, seres extrafísicos, fantasmas…) experiências fora do corpo, ouvir ruídos ou vozes, etc.

É sensível à electricidade e por vezes os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passa por baixo deles, os aparelhos elétricos funcionam mal ou queimam-se fusíveis ou estouram lâmpadas…

Já, alguma vez, tiveram consciência da existência de outras dimensões, de extraterrestres ou da existência de outras realidades paralelas.

São muito expressivos sexualmente, mas também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou para conseguirem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.

Tiveram poucos ou nenhum exemplo índigo para imitar.

Se conseguem encontrar o seu equilíbrio podem transformar-se em indivíduos muito realizados, fortes, sãos e felizes.